terça-feira, 19 de junho de 2012

De graça? Mesmo!


O que recebemos gratuitamente de Deus da mesma forma devemos dar.
Que eu saiba o processo de comercio já passou por diversas fazes: troca, escambo e outras. Agora dizer que a Igreja Mundial pede uma oferta por um pequeno vasilhame de agua (orada) e que quando o valor da oferta chegar à conta, a Igreja envia o potinho para o ofertante e  afirmar que isso não é venda ou comercio é muita Cara de Pau.
A propaganda da Igreja Mundial é baseado em afirmar que a unção de cura que eles receberam gratuitamente, da mesma forma é repassada ao povo, ou seja, tudo é de graça, apenas mediante uma pequena OFERTA financeira.
Durma-se com essa.

Excelente resposta.

Não sou de replicar materias de outros, mas esta resposta ao telepastor Silas Malafaia é muita clara e rebate a afirmação que o evagelho da prosperidade tem fundamento da Nova Alinça.
Do site:http://noticias.gospelmais.com.br/blogueiros-rebatem-silas-malafaia-corrupto-conhecido-37356.
O Malafaia bradou em seu programa de televisão que ninguem teve coragem de rebater sua prejação, abaixo a resposta que ele não mencionou.
Após resposta de Silas Malafaia, blogueiros rebatem afirmações do pastor: “Ilustre desconhecido ou corrupto conhecido?”
Após a resposta do pastor Silas Malafaia aos blogueiros que criticaram o desafio lançado por ele, de refutar a teologia da prosperidade, novos artigos, rebatendo as palavras do líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foram publicados.
Malafaia afirmou, em um texto assinado por ele e publicado em seu site, que “ilustres desconhecidos” o estavam criticando e difamando.
Em resposta, o pastor Márcio de Souza, colunista do Gospel+, respondeu dizendo que “para algumas pessoas, mais vale o poder de vomitar besteiras boca à fora, prevalecendo através de bens materiais recebidos através de trocas de favor espúrias do que estar no centro da vontade de Deus”.
O colunista afirma ainda que apesar de “não ser famoso, não ter jatinho, nem carro blindado ou relógio de ouro, jamais carregarei sobre as minhas costas o peso de entregar o nosso povo, nem de fazer aliança com quem não tem aliança com Deus”
Leia a íntegra do artigo “Ilustre desconhecido ou corrupto conhecido?”, do pastor Márcio de Souza neste link.
O blogueiro Ruy Marinho publicou no Bereianos o artigo “Resposta de um ‘ilustre desconhecido’ a um famoso corrompido”, em repercussão à mesma afirmação de Malafaia. Segundo ele, a postura do pastor demonstra incapacidade de responder às refutações feitas por blogueiros como ele à teologia da prosperidade.
-Considero a resposta do Pr. Silas como vazia e infundada, além do tom ofensivo e de deboche, com palavras que somente pessoas psicologicamente abaladas podem pronunciar. Posso deduzir que tal atitude partiu do fato de que ele não foi capaz de replicar o que apontamos na própria Bíblia – escreveu Marinho.
Em outra publicação, Marinho afirma que “há alguns anos o tele-pastor desvirtuou-se de sua posição clássica contrária aos modismos e heresias, inclusive que ele mesmo criticava e condenava, para aderir à perniciosa teologia da prosperidade”.
Nessa publicação, Marinho rebate a pregação do pastor Silas Malafaia ponto a ponto, e ressalta que Silas Malafaia “vem promovendo uma série de distorções bíblicas e heresias gravíssimas, além de abrir a porta para pregadores heréticos da tal teologia mercantilista vindos de outros países”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “Refutação Bíblica a palavra do Silas Malafaia sobre ‘Uma Vida de Prosperidade’”:
Recentemente, o tele-pastor Silas Malafaia veio a público desafiar os ”blogueiros, críticos de meia-tigela e sites de bandidos travestidos de evangélicos… quem planta notícia em internet, invejosos, caluniadores…” [1], a mostrar biblicamente onde é que se encontram as falhas teológicas de sua pregação sobre a teologia da prosperidade, que “ele prega e crê” [2].
Talvez o título dessa postagem fosse mais conveniente com a frase: Ensinando Silas Malafaia a deixar a colher e comer de garfo! Seria uma resposta a própria afirmação dele de que, quem o critica “come de colher e quer ensiná-lo a comer de garfo”. Porém, não posso deixar de lado o que a Bíblia diz em 1 Pedro 3.14-17:
“Ora, quem é que vos há de maltratar, se fordes zelosos do que é bom? Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem aventurados sois, Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados, Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pede razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo, porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal.” (negrito do autor)
É de conhecimento de todos que, há alguns anos o tele-pastor desvirtuou-se de sua posição clássica contrária aos modismos e heresias, inclusive que ele mesmo criticava e condenava [3], para aderir à perniciosa teologia da prosperidade. Com isso, o mesmo vem promovendo uma série de distorções bíblicas e heresias gravíssimas, além de abrir a porta para pregadores heréticos da tal teologia mercantilista vindos de outros países. Basta pesquisar aqui no blog para constatar que existem inúmeros artigos de refutação e denúncias das práticas anti-bíblicas de Silas. Inclusive, destaco um ótimo resumo crítico que foi publicado recentemente no Púlpito Cristão, no qual você pode ver aqui!
Embora Silas Malafaia tenha feito o desafio com um tom ofensivo de deboche e covardia, eu farei a refutação de sua palavra supra-citada não pelo desafio em si, mas pelo dever em defender o evangelho, aja visto ter detectado em sua pregação várias distorções bíblicas e conclusões errôneas feitas pelo tele-pastor, referentes ao que ele defende. Portanto, para ser mais direto e categórico, vou me conter em refutar somente a pregação do Silas Malafaia neste programa específico, onde ele desafia os blogueiros (dos quais incluo-me).
A primeira parte de sua pregação – com base na teologia da prosperidade – denominada “uma vida de prosperidade”, foi ao ar no último sábado, dia 2 de maio de 2012. Veja abaixo:
Em sua pregação, para começar ele cita três pontos que serão abordados: o que é a oferta, características de um ofertante e o resultado na vida do ofertante. Silas utiliza 2Co 9.1-15 de uma maneira desconexa e fragmentada, utilizando somente de alguns versículos desta passagem para fazer a sua defesa da teologia da prosperidade, algo normal de uma pessoa que prega tal conceito, pois não há o costume de utilizar uma pregação expositiva equilibrada. Ele ainda afirma que esta passagem é o “melhor compêndio no Novo Testamento sobre o assunto”.
Porém, ao sair do círculo fechado e fragmentado que Silas arma em torno de 2Co 9.1-15, afirmando a prosperidade financeira como recompensa para todos os crentes que ofertam, não tem como ignorar todo o contexto bíblico que trata de dinheiro, principalmente as passagens que afirmam o contrário do que Silas defende. Como harmonizar, por exemplo, a sementeira e a colheita de 2Co 9 com esta outra passagem que diz “Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores.” (I Tm 6.8-10, ARA) ?
O que dizer então das palavras do Mestre: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão! Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.” (Mt 6.19-24, ARA ) ?
Enquanto uma passagem supostamente afirma (segundo Silas) que podemos ofertar com a promessa de prosperidade financeira plena, outras afirmam exatamente o contrário, que não devemos enfatizar a prosperidade financeira! Tem alguma coisa errada aí! Será que Silas Malafaia está pregando algo correto à luz do contexto bíblico? Será que Deus ficaria preso na condição de obrigação em recompensar financeiramente quem oferta?
2Co 9.1-15 pode ser o “melhor compêndio” sobre o assunto conforme ele afirma, porém não é o único, principalmente no Novo Testamento! Não se pode interpretar uma passagem isolada de outras que tratam do mesmo assunto (regra básica de hermenêutica).
Quando desfragmentamos os versículos isolados que Silas utiliza e analisamos a luz do contexto imediato desta passagem, veremos facilmente que o foco de Paulo não é a prosperidade financeira para os crentes em resposta ao ato de ofertar, mas sim a necessidade de ajudar financeiramente – com alegria e deliberadamente – os irmãos mais pobres. Paulo usa como exemplo aos Coríntios (uma igreja com membros financeiramente estáveis) de como os irmãos macedônios foram generosos nas ofertas enviadas à igreja de Jerusalém. Mesmo com sérias limitações financeiras (profunda pobreza, 2Co 8.2) eles tiveram alegria em ajudar os irmãos pobres. Este exemplo deve ser aplicado a nós nos dias de hoje com total significância. Porém, não com o objetivo de barganhar com Deus, esperando algo em troca.
Uma pergunta que devemos fazer: será que as ofertas e desafios financeiros que, tanto Silas Malafaia, quanto os demais tele-pastores fazem em seus programas são destinados aos pobres da Igreja? Não, pois eles categoricamente afirmam qual é o destino do dinheiro doado em suas coletas: sustentar os programas de TV (valores milionários), viagens nacionais e internacionais, mega-cruzadas caríssimas, jatinho particular etc. Posso estar errado, mas eu nunca vi Silas fazendo um desafio financeiro para ajudar os pobres da Igreja.
Continuando a análise ao vídeo, Silas comete outro erro grave: ao citar 2Co 9.4, ele afirma que “a oferta tem sólida base no mundo espiritual”. Para chegar a esta conclusão, ele utiliza a tradução bíblica Almeida Corrigida Fiel onde diz na parte final “…firme fundamento de glória”[4]. Porém, ao analisar melhor outras traduções da bíblia (inclusive o grego original), bem como o contexto direto (vs 1 a 4), veremos exatamente o que Paulo afirma: “Não tenho necessidade de escrever-lhes a respeito dessa assistência aos santos. Reconheço a sua disposição em ajudar e já mostrei aos macedônios o orgulho que tenho de vocês, dizendo-lhes que, desde o ano passado, vocês da Acaia estavam prontos a contribuir; e a dedicação de vocês motivou a muitos. Contudo, estou enviando os irmãos para que o orgulho que temos de vocês a esse respeito não seja em vão, mas que vocês estejam preparados, como eu disse que estariam, a fim de que, se alguns macedônios forem comigo e os encontrarem despreparados, nós, para não mencionar vocês, não fiquemos envergonhados por tanta confiança que tivemos.”(NVI, grifo meu)
Portanto, concluímos facilmente duas coisas: primeiro, que não se deve fazer uma exegese profunda em um texto bíblico considerando somente uma tradução da bíblia; segundo, que a passagem em si não há, absolutamente, nada de super sobrenatural como Silas afirma, mas a passagem narra a demonstração de confiança e orgulho que Paulo tinha pelos crentes de Corinto, na certeza dos mesmos ajudarem através das ofertas os irmãos pobres da Judéia, conforme fizeram os irmãos da Macedônia.
Mais um erro teológico de Silas: Ele cita, estranhamente de forma fragmentada parte de 2Co 9.5, onde diz “…e preparassem de antemão a vossa bênção” [negrito meu], afirmando que a palavra “benção” nesta passagem significa “um meio de receber favor Divino e meio de felicidade”. Ou seja, segundo Silas, em resposta a oferta haverá uma ação direta de Deus em abençoar os ofertantes! Isto é uma distorção forçada do texto, pois no contexto direto a palavra bençãoestá direcionada a uma ação direta dos ofertantes aos que receberiam as ofertas! Embora reconheça que Deus pode, segundo a vontade Dele, abençoar a vida financeira de quem ajuda, não é o que este versículo em si afirma. Os “abençoados” são os que recebem as ofertas e não os que ofertam!
Veja a mesma passagem em outra tradução: “…concluam os preparativos para a contribuição que vocês prometeram. Então ela estará pronta como oferta generosa, e não como algo dado com avareza.” (NVI, negrito meu) No original grego, a palavra utilizada é eulogia (benção), empregada neste contexto como”generosidade” [5]. Lembrando que o significado da palavra “benção” é variável, no caso desta passagem se enquadra na definição de “expressão ou gesto com que se abençoa. Benefício, favor especial.” [6]
Continuando, Silas cita 2Co 9.10 “Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça”, afirmando que Deus nos dá a semente para ofertar. Está correto! Afinal, Deus é o provedor de tudo, o homem não dá do que é propriamente seu, e sim daquilo que Deus lhe tem dado (veja At 17.25). Mas, para quê serve esta semente que Deus nos dá? Para sustentar ministérios milionários de tele-pastores que cada vez mais ficam ricos para esbanjar “prosperidade”, em troca de uma suposta benção financeira sobrenatural? Não!
A semente que provém de Deus é para ajudar os pobres da igreja para que todos sejam abençoados e Deus seja glorificado! Veja o contexto direto no versículo 9: “Como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre” (ACF, negrito meu), uma citação que Paulo faz de Salmos 112.9 para mostrar que a generosidade à quem precisa é característica de todo Cristão. Deus abençoa a nossa vida para “aumentar os frutos da nossa justiça”(vs9), para “toda a generosidade”(vs11) e para “suprir as necessidades dos santos” (vs10). Ou seja, Deus pode, segundo a vontade Dele, prover em nossas vidas quando ajudamos os pobres da Igreja, principalmente para aumentar a possibilidade desta ajuda continuar cada vez mais: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?” (1Jo 3.16-17, ARA)
Mais um erro de Silas: Ele cita parte do VS 12 “…porque a administração deste serviço”, para afirmar que a oferta é um serviço para Deus. Logo em seguida, ele cita 1Co 15.58 que diz “que o nosso trabalho não é em vão” para afirmar que, se é um trabalho, Deus vai recompensar. Ainda cita Jr 21.14 que diz “o Senhor recompensará a cada um segundo o fruto das tuas ações”. E termina afirmando que: “se a oferta é um serviço para Deus, Ele vai nos recompensar da mesma forma que alguém trabalha e tem que receber salário.”
Errado Pr. Silas! O contexto de 1Co 15.58 em nenhum momento é formalizado um contrato de trabalho entre nós e Deus com promessa de honorários financeiros, muito pelo contrário, fala da esperança que os Coríntios deveriam ter no dia da ressurreição para continuarem perseverando na fé, mesmo sob ensinos falsos e várias tentações, sabendo que os esforços para o serviço à Deus nunca será em vão (veja Is 65:17-25).
Segue o contexto direto da passagem em questão: “Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” [1Co 15.50-58, ACF, negrito do autor].
E sobre Jeremias 21.14, veja o que diz: “Eu vos castigarei segundo o fruto das vossas ações, diz o SENHOR; e acenderei o fogo no seu bosque, que consumirá a tudo o que está em redor dela.” (ACF) O texto fala de castigo e não de recompensa financeira! Que distorção bíblica grosseira Pastor Silas!
Dando continuidade na análise do vídeo, Silas agora discorre para os resultados na vida de um ofertante. Logo de cara ele afirma que “Deus trabalha com a lei da recompensa”. Para tal afirmativa, ainda divide esta lei em “5 leis que funcionam na vida de um ofertante”. Chamo a atenção para algo gravíssimo: colocar a condição de lei para Deus é neutralizar a onisciência Dele! É afirmar que Deus trabalha somente em troca do nosso dinheiro! Afinal, se temos que cumprir esta lei, Deus também tem o dever de cumpri-la. Estaria Deus amarrado em uma condição humana?
Para a 1ª lei, Silas utiliza 2Co 9.6 afirmando a “lei da semeadura”: “E digo isto: o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará.” Esta passagem está em conexão com todo o contexto direto, no qual já tratamos nesse artigo (veja explicação acima sobre os versos 9 e 10).
Se esta suposta lei da semeadura financeira funcionasse como Silas afirma, porque existem cristãos pobres que precisam de ajuda da própria Igreja? Falta de fé para ofertar o que não tem? Porque então Paulo organizou esta coleta de ofertas aos Pobres da Judeia, ao invés de fazer um desafio financeiro para eles serem abençoados com a lei da semeadura? Inclusive o próprio Paulo passou por muitas necessidades ( Fp 4.10-20, 2Co 11.27). Porque Jesus se fez pobre durante seu ministério na terra (2 Co 8.9) não tendo sequer aonde reclinar a cabeça (Mt 8.20)? Porque Jesus também disse que dificilmente entraria um rico no reino dos Céus (Mt 19.23-24), e ainda disse para não juntar tesouros na terra, mas no Céu (Mt 6.19-24)? Estaria Paulo pregando uma teologia contrária à Bíblia e entrando em contradição consigo próprio? Claro que não! A teologia contrária a Bíblia é a que Silas Malafaia tenta defender sem êxito.
Paulo cita esta metáfora baseada na vida agrícola para mostrar que, aquilo que é doado nunca se perde, é semeado. Embora Deus, às vezes, proveja uma colheita generosa no terreno físico, principalmente para aumentar as possibilidades de ajuda aos pobres da Igreja, esse não é o padrão e nem é a promessa do Novo Testamento, muito pelo contrário, veja: 2 Co 8:9, 11:27, Lc 6:20-21, 24:25, Tg 2:5.
Tentando justificar a demora na “colheita” de muitos, Silas ainda faz uma analogia entre o tempo de cumprimento da “lei da semeadura” com as sementes de frutas naturais. Dentre várias frutas, ele cita tamarindo, uma fruta que demora até 60 anos para começar a dar frutos. Com isso, ele justifica que pode demorar muito para alguém receber o pagamento da tal “lei da semeadura”. Ou seja, o que você ofertar, talvez nem receba de Deus nesta vida. Na verdade, trata-se da famosa “desculpa espiritual” dos adeptos da teologia da prosperidade para os que não receberam a sua colheita, mesmo depois de ofertar. Engraçado que na hora dos desafios televisivos é exaustivamente enfatizado que Deus vai nos abençoar, que vamos colher cem vezes mais, que vamos ter uma vida próspera, que vamos pagar nossas contas e ter prosperidade em abundância etc.
Na 2ª lei, Silas cita 2 Co9.7 onde diz “…porque Deus ama a quem dá com alegria”, o que seria a “lei do amor de Deus sobre o ofertante”. Logo após, solta uma pérola histórica: “você não vê Deus usando essa palavra de amor pra salvação” E ainda pede para avisá-lo se alguém souber de outra passagem bíblica que utiliza esta expressão de amor de Deus, pois ele não sabe de tudo da Bíblia.
Sinceramente, alguém que faz tal afirmação deixa-me mais desconfiado ainda do quanto a pessoa é desprovida de conhecimento Bíblico, veja: Jo 3.16 “PorqueDeus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (negrito meu) Leia também 1Jo 4.9 e Rm 5.8.
A 3ª lei, segundo Silas, consta no versículo 8, onde diz: “Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra,”(ARA) o que seria a “lei total do favor de Deus, a graça”. Silas afirma – corretamente – que a graça é o favor imerecido, benevolente e amoroso de Deus para o homem. Mas comete um erro gravíssimo afirmando que “a oferta chama a graça de Deus para nós”. Ora, se a graça é um favor imerecido, como pode ser merecido ao mesmo tempo?
Para piorar, segundo este pensamento Silas afirma que através da oferta nós podemos obter soluções de problemas emocionais, curas e soluções de problemas financeiros. Enfim, erros gravíssimos e infantis que nem um aluno novo de Escola Bíblica dominical confunde.
O versículo em questão não dá margem para esta interpretação incorreta. No verso 8 diz que Deus pode nos abençoar para sermos um instrumento de sua graça, fazendo que tenhamos o suficiente para continuar ajudando os pobres. Quando os santos carentes recebem uma generosa doação de outros crentes, eles reconhecem que Deus é a fonte da generosidade, reconhecendo o dom inefável de Deus (vs 15). E assim eles respondem com ações de graças e louvor a Deus por Sua graça em suas vidas (v. 11). E isto acontece segundo a vontade Dele e não por nosso merecimento. Nós não merecemos e nunca vamos merecer a graça Dele, é Ele quem nos ama e nos concede a sua graça, segundo o Seu querer.
A 4ª lei que Silas cita, segundo 2Co 9.9 é a “lei da multiplicação”, que na verdade é o mesmo que a “lei da semeadura”. Ou seja, a refutação para a 1ª lei serve para esta 4ª lei também.
Enfim, a 5ª lei. Silas cita o verso 11 que diz “para que tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus”, para fundamentar a “lei da abundância”. Com isso, Silas afirma que Deus é um Deus de sobra, sem mesquinharia.
Obviamente, ele utiliza este argumento para justificar a suposta abundância da teologia da prosperidade. Mas, ao contrário que ele afirma, o que esta passagem mostra é que, quando Deus nos dá uma provisão financeira, mesmo sendo com sobras, não é para o proveito próprio, e sim para ser usada em generosidade aos necessitados, para a glória de Deus. O versículo é claro quando afirma “…para toda a beneficência”(ACF), “para toda generosidade”(ARA). Veja como viviam os convertidos naquela época: “Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade.” (At 2.44-45, ARA) Este conceito de abundância financeira é, de fato, o mais claro sinal de avareza na vida de alguém: “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Mt 12.15, ARA)
Silas ainda cita exemplos do que aconteceu com Adão e Eva no jardim do Éden e a prosperidade de Abraão para afirmar que Deus fará o mesmo com quem ofertar. Isto é um absurdo! Afinal, estes são casos isolados em que Deus agiu com um propósito específico e exclusivo para cumprir os seus planos! Por exemplo: não é porque Deus sustentou o povo no deserto enviando o maná dos céus (Ex 16:35) que ele fará o mesmo hoje da mesma forma conosco. Vai deixar de trabalhar esperando o maná para ver o que acontece!
Para terminar, mostro na Bíblia a verdadeira prosperidade para o Cristão:
“Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia; porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade. Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários”. (2Co 8.1-3).
Antigamente, Silas Malafaia concordava que esta passagem nos mostra a verdadeira prosperidade bíblica, veja o que ele disse muitos anos atrás: ”Os pobres da Macedônia dividiram o pouco que tinham com os pobres da Judeia. Isto é prosperidade. Prosperidade é você compartilhar com o outro… é viver bem com aquilo que Deus tem te dado… é mesmo você tendo pouco, você ainda tem forças e capacidade de ajudar alguém que está pior do que você.” [7]
Fico na esperança de que esse artigo sirva de alerta para todos aqueles que ainda acreditam na teologia da prosperidade, onde infelizmente nos últimos anos muita gente se corrompeu, contaminando-se nas heresias importadas da teologia de Mamon.
Espero de coração que Silas Malafaia se arrependa verdadeiramente, voltando ao evangelho puro e verdadeiro. Não existe nada mais nobre para um Cristão do que assumir sua condição de pecador e humildemente reconhecer os seus erros para nunca mais praticá-los.
Soli Deo Gloria.


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Invejosos?

O nobre Pastor Silas Malafaia soltou literalmente o verbo, raivoso criticou todos que utilizam a Internet para discordar e algumas vezes criticas sua postura religiosa, chamou de invejosos pois ele ganhou carro blindado e relógio de ouro, afirmou que seu ministério é profícuo e tem longa duração.



Ora, longa duração e muitos membros não é sinal de santidade ou de comprometimento com Deus, A Igreja universal não foi fundada ontem é a maior do Brasil em numero de templo, nem por isso, obedece a São Doutrina.


A Bíblia afirma que muitos no grande dia do Senhor ficarão de fora de seu Reino, mesmo tendo operado sinais e maravilhas, expulsados demônios em nome de Jesus, por não terem cumprido o mandamento do amor não terão parte com o Senhor.


O Pastor que é defensor ferrenho do evangelho da prosperidade, em seu programa de televisão alega que sua posição é irrefutável a favor da prosperidade e desafia qualquer um a contradizer biblicamente sua posição, em pequenos versículos fora do contexto o Malafaia defende a prosperidade, atrelando a oferta do crente ao retorno financeiro. Sem definir se crer na antiga ou na nova aliança Silas passeia nas promessas para os que São da Lei e promessas do que estão na Graça.


Aguardo ansiosamente o Pastor Silas Malafaia ministrar uma pregação completa sobre 1 Timóteo de conseguir defender o evangelho da prosperidade e que se deve buscar riqueza material nesta vida.


Vejam a matéria do Pastor intitulada “ Ilustres Desconhecidos me atacam” exibida no site http://www.verdadegospel.com.br/




Silas Malafaia: ‘ilustres desconhecidos me atacam’

Não é de hoje que a internet virou um campo de “terra de ninguém”, onde ilustres desconhecidos, que se tornaram críticos vorazes, e usam todo tipo de instrumento para caluniar, difamar, denegrir, e criar toda espécie de mentira para destilar o ódio que tem daqueles que conquistaram um espaço dado por Deus na grandiosa seara evangélica. São pessoas frustradas, recalcadas, invejosas, onde o sucesso dos outros incomoda muito mais do que seu fracasso ou mediocridade.

Virou moda no meio evangélico falar daqueles que, unicamente, por bondade e misericórdia de Deus, conquistaram um espaço. Gente cheia de ódio, querendo dar lição de moral, pessoas que não tem nenhuma notabilidade ou reconhecimento em nossa comunidade e que querem crescer a custa da história dos outros, e não de sua própria história. Tenho que rir, ha ha ha ha. Gente falando da minha vida, que eu nunca “vi nem mais gordo, nem mais magro”.

Para estes, deixo Mateus 7:1 “não julgueis, para que não sejais julgados”, e Lucas 6:38b “porque com a mesma medida que medirdes, também vos medirão de novo”.

Como não têm o que falar da minha moral, chegam às raias de profetizar – porque a boca fala o que o coração está cheio – de que eu vou cair em pecado. Desconfio que alguns chegam a orar por isso, mas declaro que nenhuma arma forjada contra mim prevalecerá. Tudo o que falo, todas as minhas ações, são exaustivamente monitoradas. Segundo eles, virei a palmatória do mundo evangélico. Tenho que falar e comentar tudo, se eu deixar passar alguma coisa é porque fui comprado ou fui omisso. Mais uma vez tenho que rir, ha ha ha ha.

Há poucos dias, lancei um desafio para aqueles que dizem que mudei a minha teologia e que agora eu sou da teologia da prosperidade. Coloquei uma mensagem no ar: “uma vida de prosperidade”, que pode ser vista na íntegra, no fim deste artigo. Esta mensagem representa a minha convicção teológica sobre prosperidade. Os desafiei a contraditar na Bíblia, e até agora não apareceu um, a não ser bravatas, calúnias, argumentações filosóficas, e pasmem: montagem de vídeos com minhas falas, se utilizando de parte de mensagem, igualzinho aos ímpios inescrupulosos fazem quando querem difamar alguém. Em uma dessas, o filho do diabo – porque não pode ser crente – pegou um pequeno trecho de uma mensagem que preguei na Assembleia de Deus do Bom Retiro quando afirmei: “vai pregar prosperidade na África que eu quero ver”. Em que sentido eu estava falando isso? Sobre o besteirol teológico que diz que todos vão ficar ricos, e se você não tem algo é por não ter fé, e vai por aí a fora.

Continuo desafiando quem vai me contraditar na palavra de Deus! Se você não acredita em prosperidade é problema seu. Em síntese, prosperidade é obedecer as leis de Deus. Aconselho você a ler Salmo 1:1-3, Salmo 112:1-3, Lucas 6:38, II Coríntios 9, Provérbios 11:24,25, II Crônicas 26:5, Malaquias 3:8-10, Salmo 35:27, e tem muito mais.

A você que está lendo este artigo, analise quem são estes ilustres desconhecidos que me atacam! O que eles têm feito em prol do evangelho? Que riscos já correram por suas posturas em defesa da igreja? Sou pastor há 30 anos, casado com a mesma mulher, membro da mesma igreja, há 25 anos abdiquei do salário de pastor, não que seja pecado ou ilegal, pelo contrário, tremendamente honroso. Meu último salário como pastor foi o equivalente a 5 salários mínimos. Fiz isso por uma visão que Deus me deu para poder ter independência total. Se tiver que receber salário de novo não hesitarei, e a Igreja que sou pastor sabe honrar os ministros do evangelho. Você não tem ideia das privações que passei.

Estão falando de que? Por que Deus tem me abençoado? Honrado a minha fé e fidelidade? O que sabem a respeito da minha liberalidade? Estão com raiva porque ganhei um carro blindado de presente, e os invejosos nunca ganharam uma roda de bicicleta? Estão com raiva porque ganhei de presente um relógio de ouro, e os invejosos nunca ganharam um relógio do Paraguai?

Este tipo de gente quer ver pastor mendigando, e terrivelmente dependente. Vai ler na Bíblia como Deus tratava o sacerdote no antigo testamento, e a conexão entre o antigo testamento, e o novo testamento em I Coríntios 9. Tenho a perfeita consciência que apesar dos meus defeitos e limitações, Deus tem me levantado neste tempo como uma voz profética e apologética. Não preciso provar nada para ninguém, o meu ministério e a minha vida são testemunhos do que Deus tem feito. Tenho sido ameaçado, caluniado, difamado, investigado por Ministério Público e Receita Federal, monitorado 24 h para ver se cometo algum deslize, inclusive pelos que se dizem irmãos, mas quero afirmar que estas coisas não me desanimam, pelo contrário, é um verdadeiro combustível para continuar e ter a convicção de que estou no caminho certo, pois só atiram pedra em árvore que dá fruto. E a maior prova de que Deus está me usando é que quando eles estão falando de mim, é porque reconhecem o meu ministério, se não, não falariam.

Só resolvi escrever este artigo para proteger os fracos, e os novos na fé, para não serem envenenados pelos ilustres desconhecidos invejosos. Para o maior caluniador, que é o diabo, e aqueles que se deixam ser usado por ele, e para você, meu irmão, que tem discernimento espiritual, declaro: ATÉ AQUI ME AJUDOU O SENHOR!



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Bom e verdadeiro exemplo.

E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo.


E assim que devemos proceder, a ênfase da pregação de todo Cristão deve ser Jesus, sua vida, seu sacrifício e seus ensinamentos, devemos buscar a semelhança de Jesus, andar como Ele andou, sermos seus imitadores.

Quase toda congregação insinua que devemos obedecer a Cristo, porem muitas e principalmente as que estão em canais de televisão, ensinam mais sobre a vida de Abraão, Moises, Isaac, Davi, Salomão e tantos outros prósperos personagens que alguns irmãos querem ficar parecidos com estes, já vi pessoas quererem a Fé de Abraão, a intimidade que Moises tinha com Deus, a sabedoria e o bens de Salomão, a amizade de Deus com Davi,a força de Sansão e muitos outros exemplos, mas estes foram todos pecadores como nos, foram homens usados por Deus e de corajem , porem Deus Pai não quer nossa semelhança a estes e sim a Jesus. O propósito D’Ele e ter uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus Cristo.

Devemos perseverar nos ensinamento dos Apóstolos, na Sã Doutrina e não nas fabulas de congregações materialistas que só ensinam sobre Mamon, querem raízes nesta vida, riqueza, saúde, prosperidade, estabilidade. Jesus não tinha onde repousar a cabeça.

Quando estas congregações se juntam somente para pedir e determinar benções, milagres e prosperidade, sem se aprofundar em conhecer o caráter de Cristo.

A Igreja brasileira esta capenga, confusa e sem o verdadeiro foco, os irmãos estão com os olhos na terra, na prosperidade, poucos desejam e amam a vinda de Jesus, acreditam e esperam pelo por vir, estão apegados a bens matérias.

Irmãos é impossível meditar as palavras de Cristo e acreditar nesse festival de carnalidade pregado na igreja brasileira, já congregação garantindo que Jesus era rico e que se estivesse vivo hoje (para mim Ele esta vivo hoje e sempre) teria uma canal de televisão, jatinho e uma banda gospel, a pessoal do diante do trono afirma que temos de parar de pensar que Jesus era pobre.

Com este tanto de doutrinas de homens infestando muitas congregações, somente a intimidade com a Sã Doutrina pode liberta nossa mente e se Jesus nos libertar verdadeiramente seremos livres.



terça-feira, 12 de junho de 2012

O tempo e as promessas de Deus.

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.


Todos crem nestas palavras? Certamente que com nossa mente carnal é difícil entender que essa palavra é fiel e verdadeira, basta crer com todo seu coração.

Orar é conversar com Deus, agradecer, pedir, lamentar, perguntar, a conversa tem basicamente dois caminhos a do emissor e do receptor, oração é uma via de mão dupla.

O grande segredo dessa passagem é entender que Deus tem sempre o melhor e o tempo de Deus é diferente do nosso tempo, muita atenção para o tempo de Deus.

Moisés foi fiel a Deus, orava e pedia para entrar na terra prometida, mas Deus disse que ele apenas chegaria a ver a terra. Moisés morreu sem entrar na terra que Deus prometeu a ele! Certo?

Agora vem o tempo de Deus! A passagem da Transfiguração de Jesus, conversou com Elias e MOISÉS, na terra prometida. É Deus atendendo a oração de Moisés no tempo de Deus.

Graças a Deus.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Festa no Céu

O Céu ainda não esta completo, mas já está habitado e com muitos eventos, o povo de Deus aqui na terra pode motivar os céus a festejar, alegrar seus moradores. Como fazer então?


Seria uma marcha para Jesus motivo de alegria  e festa celestial?

Certamente os céus se alegrão com a inauguração do templo de Salomão em SP ou com o maior templo do mundo?

Quem sabe quando comemoramos as festas juninas gospel, ou quando reeditamos as festas dos Tabernaculos os céus nos acompanhariam nestes festejos?

Seria então a concessão de um canal de televisão o grande motivo da festa no céu?

Mas com certeza as curas de um cego e de um surdo motivariam um festejo celestial?

Talvez o repentino enriquecimento financeiro patrocinasse uma festa no céu? Ou com pra de Jatinhos para locomoção dos lideres, ou ainda uma campanha de sete unções ou sete dias de jejum ou mesmo uma grande doação financeira como prova de Fé?

Amados, tudo isso é motivo de festa para os que estão na terra, para a carne, festa no céu, somente com ARREPENDIMENTO e a lavagem de nosso pecados com o precioso sangue de Jesus Cristo.

Irmãos a igreja brasileira esta direcionado as pessoas para as coisas na terra, na carne, mas Jesus advertiu que os que nascem na carne são carne e os que são espirituais nasceram de novo em espírito e buscam as coisas do Alto.

Será que estamos colaborando para alegrar os céus? Pensem nisso.



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Licença Poética

Na primeira carta de Paulo aos Coríntios, ele adverte a Igreja de Cristo para não existir divisões, somos do mesmo Corpo e do mesmo Espírito.


Imagino o Apostolo Paulo , fazendo na atualidade uma visita a Igreja Evangélica no Brasil, acompanhando a marcha para Jesus, uns diriam a ele, somos de Waldomiro, é lá que estão as mãos de Deus, outros somos de Edir Macedo é lá que está o bolso de Deus, e outros ainda diriam somos dos Hernandes lá estão os artistas e Atletas de Deus, alguns diriam: Somos dos Rodovalho, lá Deus permite de tudo e assim seguiriam muitos testemunhos partidários.

Creio que Paulo pensaria que estes nunca aprenderam o verdadeiro sentido da carta aos Coríntios e não sabem o significado de Corpo e Membros e principalmente que o motivo dessa divisão é justamente a inserção de novidades nas Escrituras, fruto do coração do homem e não da vontade de Deus.